Feminicídio deixa mais do que uma dor. Deixa uma ausência que muda para sempre a vida de uma família inteira.
Em 2023, aprovamos a pensão especial para crianças e dependentes menores que perderam a mãe para o feminicídio. Elas não escolheram viver essa perda, e é aí que o Estado entra, garantindo recursos financeiros.
No DF, já são 492 órfãos do feminicídio desde 2015. Por isso, a proteção não pode acontecer apenas depois da tragédia. Ela precisa ser constante.
Eu atuo na defesa das mulheres e na proteção dos filhos que ficam. E continuo nessa luta todos os dias.
Leila do Vôlei 123
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