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Eliane Catanhêde, a mulher que se dizia jornalista, mas que mais parecia militante de diretório acadêmico. A que adorava vomitar sua arrogância “de sabida”, suas ironias maldosas, seu ódio disfarçado de opinião. Chamava gente de bem de golpista, sem um pingo de vergonha. Atacou o povo judeu inteiro desejando a sua morte, essa nazista nojenta apoiadora de terroristas! Lembro da época que fui massacrada quando escolhida Ministra do Temer… Esse traste me atacou como mulher, como mãe, como profissional — como filha de Roberto Jefferson. Foi cúmplice da censura, cúmplice da perseguição, cúmplice do sistema. Aplaudia quando a gente apanhava. Gargalhava quando nos calavam.

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