O juíz disse que o caso não pode ser trabalho análogo à escravidão, pois ela “é da família”. Suas saídas ao mercado são supervisionadas, mas ela é da família. Ela dorme com os netos da patroa, mas é da família. Ela não tem liberdade pra ir e vir, mas ela é da família. Esse é o Brasil escravocrata. Chega de lucro com escravidão!
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