A questão é mais simples do que parece. Não se trata de escolher alguém para casar, para ser amigo ou para jogar futebol.
Estamos falando de escolher alguém que vai gerir as contas do nosso país e cujas decisões trarão consequências de curto e longo prazo.
Sejamos, acima de tudo, racionais na escolha do nosso presidente.
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