Criminosos usaram o nome e o CPF de uma diretora de escola para contratar um empréstimo consignado de R$ 200 mil sem autorização. A vítima recebeu uma falsa proposta para transferir uma dívida entre bancos e reduzir os juros, mas acabou com um novo contrato e parcelas de R$ 2.100 descontadas do salário. Para dificultar fraudes, há ferramentas gratuitas que ajudam a proteger os dados: o BC Protege+ permite bloquear a abertura de contas bancárias em seu nome; a Proteção do CPF, da Receita Federal, impede a inclusão como sócio de empresas; e o Registrato permite consultar contas e empréstimos vinculados ao CPF. Os serviços podem ser acessados pela internet, com login gov.br.
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