Renan Santos foi muito claro e objetivo em sua entrevista ontem ao JN.
Prometeu ao Brasil um “futuro glorioso” desde que possa, se eleito, determinar quais decisões da Justiça são legais e quais não são, quem é bandido e quem não é e quais procedimentos inconstitucionais são aceitáveis.
A história, entretanto, mostra que um governante que busca mais poder entrega apenas um regime autoritário, com mais corrupção, menor alternância de poder e menos liberdade para o cidadão.
Os graves problemas que enfrentamos hoje, como o crime organizado, as altas taxas de juros e a desconfiança das instituições, não serão resolvidos com atalhos ou salvadores da pátria.
A construção de uma nação próspera exige o respeito às leis, o cumprimento da Constituição, o fortalecimento das instituições, menos poder aos políticos e a eleição de lideranças que tenham equilíbrio e histórico de entregas.
Um caminho diferente do apresentado por Renan.
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