João Cezar de Castro Rocha

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João Cezar de Castro Rocha

João Cezar de Castro Rocha

@joaocezar1965

Professor Titular de Literatura Comparada (UERJ), Pesquisador B do CNPq, Cientista do Nosso Estado (FAPERJ), Autor de 16 livros e organizador de 32 títulos.

Vencemos! Vencemos! E agora? Haverá nova tentativa de golpe contra o presidente Lula! Precisamos continuar nas ruas e seguir nas redes para garantir que a vitória, maiúscula, nas urnas seja respeitada. Nenhuma desmobilização! O processo só começou! Vamos?
Ganhei 1 voto extra para o presidente Lula na China! Foi lindo: futuro muito feliz e comovido. Assista ao vídeo e veja como conquistei este voto. E você? Conseguiu um voto a mais para o presidente Lula? Conte aqui como foi!
Uma nova esquerda nasceu! Não há nada garantido, não temos certeza sobre o resultado das eleições, mas sabemos de algo fundamental: uma nova esquerda nasceu. Para dominar as ruas e ocupar as redes. Para celebrar a vitórias nas urnas, mas sem sair das redes e das ruas. Vamos?
Vai começar o mais importante debate da história da política brasileira. Toda a história do presidente Lula converge para este momento. O que esperar do debate? Assista ao vídeo. Vamos conversar?
Eleitor de direita, liberal ou conservador: vamos conversar? Se Flávio Bolsonaro vencer, você será perseguido! Se você não se identifica com o Lula, ou nunca votou nele, identifique-se com Geraldo Alckmin. Sobretudo, identifique-se com a democracia e, juntos, vamos salvar o país!
Vale compartilhar uma alegria, inesperada, em tempos, incertos, mas cheios de esperança? O exílio só deixará de ser a forma que define o País-Brasil, bem-sucedido e desigual, no dia em que a Nação-Brasil, fraterna e solidária, for construída — passo a passo.
Dupla infernal: Pablo Bolsonaro e Flávio Marçal; em lugar de prosperidade, fraude. Até nas ruas de Macau a fama de Pablo o condena: picaretagem é a sua especialidade. Não acreditam? Assistam ao vídeo e vejam o que se diz de Marçal em Macau. Vamos conversar?
“Trump, nuke Brazil” — pediram os bolsonaristas na Avenida Paulista. É grave demais para ser naturalizado. Mais tarde, um vídeo mais elaborado, com outros exemplos da barbárie bolsonarista. De imediato, uma reação indignada.
Se dominarmos as ruas, venceremos nas urnas. Ao vencermos nas urnas, seguiremos nas ruas. Se triunfarmos nas redes, venceremos nas urnas. Ao vencermos nas urnas, seguiremos nas redes. Eis a lição da manifestação de hoje em Copacabana. Foi lindo, gigantesco. Vamos conversar?
Agora, Copacabana: se você correr, dá tempo. Tempo de fazer história. Tempo de se apaixonar pelo Brasil. Tempo da turma do outro bairro saber que você vota no Lula / Alckmin. E seu voto ajudou a virar! Vem?
Saiu hoje no Vietnã: denunciar o bolsonarismo e seu projeto autoritário no mundo todo. Sem receio. Não temos tempo de ter medo. A verdade é nossa régua e nosso compasso. A palavra, nossa arma. Vamos?
As fake news só vão se avolumar: sinal claro: a virada já aconteceu. A tarefa é seguir lutando como se não houvesse amanhã. Porque, se você parar para pensar, se Flávio Bolsonaro ganhar, na verdade, amanhã não haverá! Vamos?
O ridículo é a marca de Pablo, o Marçal. A caricatura é o autorretrato involuntário de Marçal, o Pablo. Desta vez, Pablito quase morreu afogado no Paraguai. Metonímia reveladora do projeto de governo de Flávio Bolsonaro. Como assim? Assista ao vídeo. Vamos nos afogar?
Por favor, assistam a este vídeo e divulguem ao máximo. Prova concreta: a Meta bloqueou a produção de conteúdo com os signos “Lula” e “13”, mas produz material de propaganda para Flávio Bolsonaro! O povo brasileiro tem de saber disso. Os indecisos, sobretudo.
Se Flávio vencer, a direita tudo perde; na verdade, desaparece. Se você é de direita, seu voto deve ser no 13, ou o bolsonarismo exigirá a sua submissão total. Como assim? Assista ao vídeo! Vamos conversar?
Desesperado pela revelação de tenebrosas transações com o banqueiro de programa, Daniel Vorcaro, o ministro Kássio Nunes Marques tudo fará para favorecer Flávio Bolsonaro. Trata-se de luta pela sobrevivência, ainda que precise causar a “morte matada” da democracia brasileira.
Copacabana: a esperança toma as ruas, que se avermelham. Nas redes, aprendemos com a coragem e a determinação de quem sabe que o futuro está em jogo — nada menos. Tudo é certo e saímos em desvantagem. Mas a virada se torna a cada dia mais possível. Vamos?
1. Como as plataformas direcionam as postagens de modo a favorecer a extrema direita? Desejam um exemplo concreto? 2. Há 19 horas publiquei um vídeo, denunciando o processo movido por Flávio Bolsonaro em que meu nome foi incluído. 3. Vejam as métricas.
Flávio Bolsonaro me processou, junto a centenas de outros perfis. Tentativa de intimidação? Claro! Funcionará? Não! Se esta conta cair, criarei outra. Vocês me acompanharão? Juntos, Lula reeleito no segundo turno!
Chegamos a 320 mil seguidores. O que só foi possível pela visão do Eduardo Meirelles, que, infelizmente, muito jovem, já não está entre nós. Este vídeo, portanto, é um agradecimento e uma homenagem. Muito obrigado, Eduardo!
Se Flávio vencer, o funcionalismo tudo perde! Bolsonaro não deseja o Estado mínimo, ele almeja a corrupção máxima. Para tanto, é preciso se livrar de funcionários de carreira que, por possuírem estabilidade, podem dizer NÃO! Concordam? Assistam ao vídeo e vamos conversar?
Acabei de assistir “Digger”, último filme de Alejandro Iñárritu, estrelado por Tom Cruise. O argumento é o mesmo da do meu último livro, “A era de Ricardo III. Guerra cultural como método”: a extrema direita e o neoliberalismo pregador serão derrotados pela crise climática.
É obra bolsonarista o incêndio na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), assim como foi obra da ditadura militar o incêndio do prédio da União Nacional dos Estudantes no 1 de abril de 1964. Dispomos de 2 semanas para evitar o retorno do autoritarismo. Vamos?
1. Junho de 1979: depois de 15 anos da longa noite da ditadura militar, uma reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência tem lugar em Fortaleza. 2. Cinco mil pessoas, especialmente jovens, celebrando o retorno do debate público. Surgiu, contigo, uma questão grave.
A atitude do ex-governador Garotinho é irresponsável e pode entregar o governo a Douglas Ruas no primeiro turno. Garotinho virou um palhaço sem graça, clown sem picadeiro. Gesto de “garotinho”, não como apelido carinhoso, mas como autorretrato involuntário de sua estatura moral.
Foto tirada na Cidade do México em 2018, na véspera da eleição de Jair Bolsonaro. Autorretrato involuntário do presente imediato? Mensagem sempre atual: seu sentido é válido para todas as estações. Ânimo: 20 dias de luta nos aguardam. Desesperar, jamais — a canção já ensinou.
Flávio Bolsonaro saiu na frente: como reverter o quadro?Em primeiro lugar, decifrar as estratégias da extrema direita — o que faço há 8 anos e já escrevi 3 livros sobre o tema. A comparação entre o primeiro turno de 2022 e 2026 é muito iluminadora. Assista ao vídeo e conversamos!
Pela primeira vez, levei o João Vicente para votar comigo. Diante dos mesários, ele disse, “Meu pai vota no…” , quase não tive tempo para explicar o que é o crime eleitoral de propaganda de boca de urna! Todos riram. E eu saí convencido: João Vicente vai trazer sorte!
Os bolsonaristas adotaram uma incendiária retórica golpista; desta vez, com a esperança de contar com auxílio estadunidense. Precisamos estar atento e fortes; reeleger o presidente Lula no primeiro turno é a melhor resposta ao ânimo golpista. Concorda? Vamos conversar?
Flávio always chickens out — como seu mestre e senhor, Donald Trump. Flávio, o Breve, arregou, amarelou, e desistiu de participar do debate de hoje na Rede Globo. Por quê? Assista ao vídeo. Enquanto isso, no Flow Podcast, o presidente Lula vai vermelhar! Vamos conversar?
Ir ou não ir ao debate? Eis a questão? O que fazer? Não há questão alguma; nada a fazer. A extrema direita se apropriou da forma do debate político, mas esvaziou seu conteúdo. Não há debate, mas pretexto para a produção de cortes. Debate só no segundo turno. Se houver. Concordam?
Entrevista dada ao Diogo Sponchiato, da Revista Veja. Poucas vezes fui tão bem lido: além dos comentários agudos, as perguntas trataram dos eixos definidores do meu novo livro, “A era de Ricardo III”. E ainda tive de pensar num personagem Shakespeariano para definir