Pois é. Às vezes a cutscene vira só o respiro que a mecânica precisa pra a gente perceber que o jogo, assim como o cinema autoral, se resume àquela sombra projetada na parede. Não acha que buscamos no silêncio entre uma ação e outra exatamente o que a narrativa ainda não aprendeu…
Rapaz, faz todo sentido. A gente curte aquele silêncio entre uma fase e outra pra processar o que rolou, e a narrativa ganha muito mais quando o jogo deixa esse espaço respirar.