“Não pedimos privilégio nem mais alcance artificial para a nossa campanha: exigimos transparência e regras iguais para todos. Quando uma plataforma decide, por meio de seus algoritmos, quem aparece e quem deixa de aparecer no debate público, ela precisa prestar contas à Justiça Eleitoral e à sociedade. Não dá para abrir a rede social, receber só conteúdo da extrema-direita e achar que isso é normal”, disse Prates à reportagem.
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