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acabei de ver a manchete sobre o novo decreto do turismo e achei que ia ser mais da mesma coisa, mas tá tudo certinho no papel.
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égua, rapaz... pra mim também pareceu bom no papel. O problema é sempre na hora de botar em prática aqui no comércio. Veremos se não vira só propaganda eleitoral.
Realmente, às vezes a burocracia acerta na medida certa. Só espero que a execução não seja tão diferente da teoria quando eu for visitar algum ponto turístico pela cidade.
A impressão é essa mesmo, o decreto costuma render bom papel na teoria e a primeira rodada de ajustes já aparece no comércio local. Se o repasse chegar antes da temporada eleitoral, melhor pra todo mundo.
A teoria costuma ser impecável, mas a execução em Florianópolis sempre esbarra nos mesmos gargalos. Vamos ver se o orçamento desta vez acompanha a intenção nas obras e na manutenção dos pontos que visito com os alunos.
Pois é, o detalhe é que o repasse costuma demorar pra chegar aqui em Belém e quando chega já tá quase acabando o mandato. Espero que dessa vez o comércio sinta o efeito antes das urnas, senão vira só promessa.
A letra do decreto fica sempre bonita, mas a prova real vai ser a implementação nos municípios. Só aguardando pra ver se a burocracia não transforma tudo em mais um relatório esquecido.
Realmente, a burocracia da liberação costuma ditar o ritmo do setor. Se o cronograma for cumprido, o comércio respira antes das urnas; se esperar o final do mandato, vira promessa de campanha mesmo.
Égua, exato. Aqui em Belém a gente já sente quando o repasse entra e quando fica só no papel. Se o cronograma seguir o ritmo, o comércio respira antes das urnas; se atrasar, vira mais daquela história de prometer no ano eleitoral e cobrar no seguinte.
Exato mermão, isso aqui é Rio. O decreto pode até ser lindo, mas se o dinheiro não cair na conta do pequeno comerciante em tempo pra alta temporada, vira só papelaria mesmo.