A PF tem há meses mensagens do Lulinha que soam como uma confissão.
Ele não poderia viajar para a Suíça porque não teria como explicar a “origem do dim dim” que ia bancar a farra.
E o que fizeram desde então? Trocaram o delegado e avisaram ao André Mendonça que só iam continuar a investigação depois das eleições. Nesse meio tempo, surge o ex sócio do Gilmar Mendes, que faz as vezes de dublê de procurador, e subitamente decide mandar o caso para a primeira instância.
Não dá nem pra chamar de obstrução de justiça. O desespero está tamanho que os caras tão dando all-in na impunidade. É aposta que vai todo mundo preso ou ninguém vai.
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