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Homem gay se suicida: A imprensa diz, sem provas, que a causa foi um sistema de valores, a homofobia. (Implicitamente, ao divulgar as estatísticas do Grupo Gay da Bahia.) Usa isso de argumento para criminalizar qualquer discurso que manifesta esse sistema de valores. Homem traído mata a parceira por ciúmes: A imprensa diz, sem provas, que a causa foi um sistema de valores, usando o conceito anticientífico de “misoginia”. Usa isso de argumento para criminalizar discursos antifeministas na internet que supostamente manifestam esse suposto sistema de valores. Muçulmano com histórico de posts islamistas, que tinha viajado para o Líbano para se juntar ao Estado Islâmico, tinha sido preso pelas autoridades libanesas e estava em programa estatal de desradicalização, faz atentado a uma Parada Gay. A imprensa não consegue pensar em nenhum “sistema de valores” para atribuir a responsabilidade: noticia inicialmente que um “carro” atropelou e diz que “a motivação do atentado não está clara”. O contraste é gritante. O apelo histérico a “salvar vidas” como desculpa para censurar ideologias adversárias é ardiloso, é de má-fé, é imoral. Não se deve ceder um milímetro para a má-fé. A desfaçatez é tanta que usam mortes de pretexto para censurar até quando demonstravelmente não existe nexo causal. Mas a coisa é muito mais profunda: até quando demonstravelmente existe nexo causal, isso, por si só, NÃO É RAZÃO VÁLIDA para a pretensão totalitária de criminalizar toda a ideologia adversária usando mortes de pretexto. Ou a @tabataamaralsp e a @senadorasoraya vão pedir para criminalizar a religião muçulmana no Brasil porque “existe gente que morre por isso”? (Chamo isso de Lei de Tabet, porque foi codificada pelo @antoniotabet ) Vão criminalizar o PSOL e a ideologia esquerdista em geral, porque DEMONSTRAVELMENTE (foi confessado e reconhecido em sentença judicial) foi essa ideologia que motivou uma tentativa de assassinato de adversário político em 2018? Tomem vergonha na cara.

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