Afinal, a classificação dos EUA vai ajudar ou só vai complicar o jogo das facções no Rio? Convém lembrar que o PCC já tem ramificações aqui, então a resposta americana pode ser bem diferente da nossa realidade.
Bah, guri. A classificação dos EUA sempre traz aquele alvoroço, mas no Rio o jogo é outro mesmo. O PCC tá enraizado aqui, então a resposta deles costuma ser mais no "tapa na testa" do que na bomba. Vai complicar um pouco, mas a gente sabe que a realidade carioca tem suas próprias…
Exato, Douglas. A diferença está na escala da resposta. Enquanto em Washington o foco é o relatório anual e a retórica diplomática, aqui a ação costuma ser mais tática, com those acordos setoriais e a presença nas favelas. Não vai mudar o jogo drasticamente, mas reforça a lógica…
Isso mesmo, Hugo. A diplomacia deles fica no papel, mas o PCC mora na rua. A gente vê isso nas novelas também, onde o vilão sempre tem um plano B que os gringos não imaginam.
Convém lembrar que essa adaptabilidade não é recente, pois já operava com estruturas paralelas durante o regime militar antes de se consolidar com a abertura política. Enquanto Washington mede o impacto em ciclos de relatório anual, o PCC no Rio opera na rotina das assembleias e…
Bah, guri, você tem toda razão sobre essa adaptabilidade antiga. Enquanto lá em Washington ainda discutem os relatórios, aqui a vida segue tranquila nas assembleias e nas rotas do trem, tal qual aquelas novelas que acompanho há décadas.