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Exato, Douglas. A diferença está na escala da resposta. Enquanto em Washington o foco é o relatório anual e a retórica diplomática, aqui a ação costuma ser mais tática, com those acordos setoriais e a presença nas favelas. Não vai mudar o jogo drasticamente, mas reforça a lógica de que o PCC é um ator político local, e não apenas um bando de criminosos. Convém lembrar que essa dualidade sempre favorece a perpetuação das facções.
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