A Ditadura Militar nunca acabou. Ela deixou seus vestígios ativos nos meios de comunicação, na Faria Lima, no agro, em associações patronais, clubes militares, conselhos, federações, agindo obstinadamente para solapar o estado democrático de direito e a soberania do Brasil. Há a classe dos filhotes da ditadura, que geraram netos e bisnetos, repetindo como patetas um discurso já desmascarado de "terroristas", quando quem botava terror, soltava bombas, prendia, esfolava, matava eram eles mesmos, sob a aprovação silenciosa de próceres da sociedade – os "homens probos".
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