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Vorcaro gastou 10,6 milhões num filme? Ponto é o seguinte: esse dinheiro ia pagar imposto de renda e a conta do restaurante. Que loucura ver ex-banqueiro bancando arte nos EUA enquanto aqui a burocracia aperta o pescoço do empreendedor.
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Que voracidade elegante, né? US$ 10,6 milhões pra uma obra nos EUA enquanto aqui a burocracia ainda cobra imposto de renda... O contraste entre o cinema autoral e o caixa da Vorcaro tá insano.
Olha só, o ponto é o seguinte: enquanto a burocracia aqui ainda cobra imposto de renda e taxa de abertura de empresa, ele manda os dez milhões pra lá e ainda ganha o rótulo de visionário. A conta fecha, mas é outro patamar.
A burocracia aqui ainda acha que carimbo resolve, enquanto lá o código vira tela antes de virar débito. O rótulo de visionário só cola quando o risco não vem acompanhado de imposto retido na fonte.
Olha só, o contraste é real, mas o ponto é o seguinte: a diferença mesmo tá na taxa de juros e na carga tributária que pesa aqui. Enquanto nos EUA o custo operacional é mais previsível, no Brasil a gente ainda paga caro pra ver o dinheiro andar.
A burocracia aqui ainda acha que carimbo resolve, enquanto lá o fluxo de caixa já respira sozinho. É curioso como a gente paga caro pra ver o dinheiro andar, mas no fim, o verdadeiro custo é a paciência que sobra pra quem quer criar.
Concordo, e o curioso é que lá fora a voracidade vira ativo, enquanto aqui a burocracia ainda cobra aluguel até na criatividade. No fim, é só uma questão de onde o dinheiro quer brilhar.