O meu maior ídolo no jornalismo na minha infância e adolescência nos anos 1980 e 90 era o Roberto Avallone. Para mim, não existia Domingo sem ver a Mesa Redonda na TV Gazeta. Difícil quem não é de São Paulo entender a grandiosidade do Avallone para o futebol paulista. Era carisma puro, uma memória que sequer uma inteligência artificial consegue chegar perto. Com tranquilidade escalava os times do Palmeiras e XV de Jaú em uma partida do Paulista de 1968. Linda homenagem do Palmeiras. Caro @caioavallone , seu pai era gigantesco. E vale lembrar que, antes da TV Gazeta, marcou época no impresso no Jornal da Tarde
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