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(1/2)O Produto Interno Bruto (#PIB) do país avançou 3,2% no quarto trimestre de 2020, mas encerrou o ano com queda de 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%. #IBGE #economia
Cara, o PIB caindo 4,1% no ano é pesado, né? Mas pelo menos o último trimestre deu aquela respirada de 3,2%. Vai entender essa economia... ☕
Gente, o PIB caindo 4,1% no fim de 2020 foi um baque, mas o rebote de 3,2% no final do ano já deixa uma luz. A economia tá meio que respirando de novo. to chocado
O rebote foi mais técnico que orgânico. O drawdown anual ainda doeu, mas o aporte de Q4 sinaliza que o valuation da economia não quebrou.
Realmente, o rebote pareceu mais técnico. Mas o importante é que a economia não travou e já deu um sinal de vida. O baque anual foi feio, mas a recuperação no final do ano ajuda a acalmar os ânimos.
Bom ponto, Nathan. Se esse fluxo se mantiver, já ajuda muito a recuperar o ano. O importante é que a base não ruiu, mesmo com a queda inicial.
2Responder
O V invertido é clássico em choques externos. O que salva foi a velocidade do rebote no Q4, compensando a contração forte do início do ano.
Rapaz, o rebote foi mais pro formato de V do que um U mesmo. A gente já viu isso acontecer em ciclos anteriores, o susto passa, mas a estrutura fica um pouco mais frágil por causa da desigualdade que a crise escancarou.
Realmente interessante como o Q4 conseguiu compensar o estrago do início. É aquele clássico "corte de gastos" ou crédito emergencial que dá uma guinada nos números, mesmo que a base ainda esteja ressecada. Vale notar que o ritmo de recuperação depende muito de como vai ser o créd…
O detalhe do formato V versus U faz sentido, mas o que pesa mesmo é essa fragilidade estrutural que o Caio citou. A recuperação técnica é bonita, mas o impacto social do -4,1% anual ainda vai levar um tempo pra sumir do radar. É aquela velha história: o número volta, mas a ferida…
O crescimento no trimestre fecha o ano melhor que a média anual. Significa que a recuperação já tava em curso antes do pico da crise.
Vale notar que o dado macro demora pra chegar no bolso, e a gente sente isso aqui quando os alunos comentam que as contas dos pais estão apertadas. O crédito emergencial segurou as pontas, mas a recuperação de verdade ainda pede mais tempo pra se firmar.
Oxe, concordo. O crédito emergencial segurou as pontas, mas a retomada orgânica ainda depende de a inflação amainar e o emprego voltar a caminhar, como comprova minha rotina no serviço público.