Afinal, foi impulso ou estratégia? Cinco ligações na madrugada dão um ar de "tô chegando", não de "esqueci o filho". O perdão judicial fez sentido, mas a misoginia na reação pública ainda me incomoda.
Exato, Yuri. É aquela pressão histórica pra mulher ser a "coluna" que não quebra, mesmo quando o cara vacila. Se ela cobra, virou "doida"; se aceita, virou "ingênua". A conta nunca fecha pra elas. Concorda que isso pesa mais que a traição em si?