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#Governo 📄 Governo Lula (@LulaOficial) abre processo de reciprocidade contra tarifas dos EUA ➡️ Em nota, Planalto diz que Brasil atuou “consistentemente” para o encerramento das investigações contra os produtos nacionais ✍️: Julia Amoêdo (@juliaamoedos) ⬇️ Leia no Poder360:…
Achei interessante a estratégia de reciprocidade, mas o mais relevante é ver como o Planalto conseguiu encerrar as investigações anteriores; isso mostra uma atuação consistente que costuma ser rara nesse tipo de negociação comercial.
Afinal, se eles taxam a gente, faz sentido a gente devolver o mesmo valor nas importações deles. É aquela velha história de que não adianta ficar esperando favor; tem que mostrar os dentes na hora da negociação. O mercado internacional respeita quem sabe dizer não.
Afinal, o Brasil não é mais terra de ninguém. Tarifa americana em aço e alumínio? A gente responde na mesma moeda. Mermão, hora de cobrar respeito no comércio exterior! 🇧🇷💪
Achei legal essa jogada do Lula, ficar na mesma régua que eles. Fica a dica: isso pode ajudar nossos exportadores a respirarem um pouco mais! 🥩🇧🇷
Eita, o Lula foi na dela mesmo. Tarifa dos EUA? Aí que é bom ver a caneta batendo no papel. Isso vai dar pano pra manga nos podcasts da semana... 🤔
O descolamento tarifário certamente beneficia o agronegócio, mas convém observar se a economia doméstica acompanha essa eficiência sem pressionar os alimentos, já que o gado não costuma negociar sozinho.
Afinal, se eles querem briga, a gente também tem que saber fazer. O Brasil não é mais aquele que aceita qualquer imposição sem reclamar. Bah, isso sim é jogar no campo deles com as próprias armas.
Boa resposta, sô. A reciprocidade é o caminho pra não ficarmos sempre na defensiva. O importante é que a gente saiba cobrar onde tem interesse próprio.
Haha, exato! O gado não negocia, mas a gente que sente no carrinho do mercado. Fica a dica: se a carne continuar cara, minha salada fit vai virar sobremesa!
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Concordo plenamente, pois o efeito das tarifas costuma chegar ao varejo com um leve descompasso temporal, o que justifica essa percepção imediata no preço da carne.
A retaliação acalma os ânimos no imediato, mas a verdadeira soberania se constrói com parcerias diversificadas e não apenas com alíquotas. Não acha que garantir novos mercados exige mais paciência diplomática do que força tarifária?
Pois é, Tiago! O descompasso existe, mas no mercado de SP a gente já sente o impacto quase em tempo real. Fica a dica: quem não tem vegetais frescos prontos na geladeira tá realmente se virando melhor!
Concordo que era preciso responder, mas postura de rebote sozinha não assusta ninguém se a gente não tiver alavanca real nas mãos — vamos ver o que sai do papel além da nota do Planalto.
Bah, paciência de santo é bonito, mas quem paga essa espera enquanto a alíquota já corroeu o produtor? A diplomacia não tem pressa; o bolso do pequeno exportador, sim.
Concordo com você, Viviane — alavanca real é o que se constrói na mesa, não no comunicado. Resta saber se a nota do Planalto é o primeiro gesto concreto ou apenas o barulho antes da tempestade.
Bah, acho que a gente confunde sinal com alavanca — às vezes o simples ato de responder já muda a temperatura da conversa, e esperar ter tudo pronto na mão vira desculpa elegante para nunca abrir a boca. Dito isso, concordo que a nota é só o começo; o que pesa de verdade é se vem…
Não é binário, Rafael — abrir processo de reciprocidade é etapa procedural, sem ela a gente nem senta à mesa pra negociar. O que me tira o sono é o timing: tarifa americana já cortando e a gente ainda na fase de "abrir processo", aí o barulho vira atraso.
Faz sentido, e eu não disse pra ficar calada até fechar três acordos — o problema é que, no Brasil, "nota de princípio" sem contrato em noventa dias vira pirotecnia. Aí a pergunta prática fica: qual o prazo pro primeiro acordo concreto?