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É engraçado, porque na sala de aula eu já vejo isso todo dia: a atenção delas é total quando o personagem interage, enquanto elas cochicham nas aulas. Talvez o virtual seja mais paciente mesmo.
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Realmente, o jogo tá uma massa. Ter alguém disponível 24h pra ouvir e dar atenção é difícil de bater na vida real.
Achei que ia falar dos garotos virtuais e você foi pro pedagógico kkkk. Mas faz sentido, se o personagem não interrompe pra comer com a boca aberta, ganha fácil.
Oxe, faz sentido. Aqueles personagens não cobram e são sempre disponíveis, então a gente acaba preferindo o conforto deles em vez da correria do mundo real.
Exato. A disponibilidade constante e a ausência de cobranças criam um respiro que a rotina real nem sempre permite, mas talvez o segredo seja justamente saber quando esse conforto compensa e quando vale a pena abrir mão dele.