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O novo argumento da diretoria do Botafogo, nos bastidores, agora é: "ninguém quer dar crédito ao clube, ninguém quer vender parcelado, todos exigem tudo à vista, por causa do Textor". Isso seria verdade... Se o dono ainda fosse o Textor! A partir do momento em que há uma mudança de gestão, o mercado analisa A NOVA GESTÃO, não apenas a anterior. É assim com países, empresas, clubes, tudo o que vocês podem imaginar no mundo que envolva crédito. Quem lembra do Botafogo do Maurício Assumpção em 2014? Terminou com muitos meses de calote em todo o mundo, com todas as contas bloqueadas, excluído do Ato Trabalhista, bloqueios da Procuradoria da Fazenda Nacional e diversas ações trabalhistas. Aquilo sim era "terra arrasada". E adivinha? Por ter mudado a gestão, o Botafogo pôde bater à porta de todo mundo, renegociar, reestruturar, conversar... E a imagem do clube foi rapidamente transformada. Isso é um mérito daquela gestão social (que cometeria inúmeros erros graves tb). O que quero dizer com isso é que é responsabilidade da nova gestão bater na porta de todo mundo e mostrar que o novo Botafogo é merecedor de crédito. Afinal, a GDA não está por trás com seus bilhões de dólares? Não há garantias? Não há contratos? O Gabriel de Alba não tem influência em uma reunião? Tudo isso deveria ser mais do que suficiente para convencer credores antigos e potenciais novos credores de que o Botafogo pode e vai honrar seus compromissos. Faltam 10 dias para fechar a janela. O Botafogo não tem elenco para se manter na Série A. Onde está o scout para identificar oportunidades de mercado para contratações? Cadê os diretores? Onde está o profissionalismo? Vieram de graça: Igor Jesus, Marlon Freitas, Alex Telles, Barboza, Allan, Eduardo, entre outros. É falta de venderem parcelado pro Botafogo? Ou falta de competência, de gestão e de profissionalismo? Até quando continuarão dizendo que não dá pra fazer nada?

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