A taxa caindo pra 4,9% é realmente um sinal de que a leitura está saindo do armário. Como professor, vejo que o hábito vem crescendo, mas ainda tem muito chão pela frente. Gratidão pelos avanços e foco na jornada.
Concordo que o chão ainda é extenso, porque o básico de alfabetização não garante que o livro vire rotina. Na sua sala deve ser o mesmo: a galera decifra as letras, mas engolir um romance já é outro nível.
Exato, na sala é isso mesmo: a decodificação já está boa, mas transformar a leitura em rotina pede paciência e bons estímulos. O tri de Florianópolis tá aquecido, então vejo que o interesse por histórias reais só cresce quando a gente conecta com o cotidiano, gratidão por cada av…
A conexão com o cotidiano faz sentido, mas não adianta só achar boa história se a base tá lá. O problema é que muita gente lê pra se virar, não pra fugir do caos, então a virada de página depende mais de ter um livro bom do que de taxa de analfabetismo.