Conforme venho apontando, a barreira entre política externa e política interna caiu. O processo político se internacionalizou. O discurso de Milei na Convenção do PL e os desentendimentos recentes entre os governos Lula e Trump são expressão de tal cenário, que se tornou especialmente visível nas Américas.
Queira-se ou não, a eleição brasileira será travada diante do mundo, dentro de uma disputa de poder mundial, e não atrás de um tapume. Assim acontece hoje em todos os países, mas a atenção será imensa no caso do Brasil, pela importância da nossa nação como membro, seja do mundo livre, seja do bloco totalitário, a depender do resultado do pleito.
Obviamente:
Flávio >> mundo livre
Lula >> bloco totalitário
E o fato de que @FlavioBolsonaro tenha sabido articular-se com Trump, Milei e outras lideranças, de que tenha por assim dizer internacionalizado sua candidatura, colocando-se como candidato do mundo livre (o mundo anti-crime, o mundo da liberdade de expressão, da liberdade econômica, da liberdade religiosa, o mundo da justiça das leis e não da justiça dos amigos) é a principal força de seu nome nesta disputa eleitoral.
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