Estive no Ato Unificado pela Educação, em Madureira, onde compartilhei um pouco do panorama atual da educação pública e dos riscos que precisamos debater.
Flávio Bolsonaro já anunciou um corte de até R$ 250 bilhões em despesas públicas, mas não esclareceu de onde pretende retirar esses recursos. Mas a gente sabe: a educação está na mira. Esse tesouraço irá atingir o Fundeb, o piso do magistério, a merenda, o transporte escolar e o Pé-de-Meia. Isso sem falar nas universidades e as bolsas de pesquisa. Já vimos esse filme.
Enquanto isso, quem paga a conta é o professor, o estudante e as famílias que dependem da educação pública.
Homenagem são bem vindas, mas respeito se mostra na urna.
Proteja a educação pública: no dia 25, vote 13!
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