O brasileiro é fora de série.
Vive num país governado por corruptos inescrupulosos, com instituições aparelhadas há décadas por burocratas ideológicos, e com leis que mais bagunçam do que organizam a vida em sociedade.
Vê seu salário valer menos todo mês enquanto deve pro banco e pro agiota. É assaltado pelo governo todo dia. Não usa o celular na rua pra não ser assaltado pelo bandido também.
Ainda assim, o cara acorda cedo, trabalha, empreende, arrisca, forma uma família. A mulher guerreira se vira como pode com as crianças, arranja um emprego, um bico aqui e ali, não se entrega. E o país vai indo.
Mas imaginem toda essa força de vontade num Brasil que não seja governado por uma organização mafiosa.
Num país com políticos que tenham bom senso e respeito pelo dinheiro público, com juízes honrados e com vocação para a Justiça, com funcionários públicos a serviço das pessoas e não da própria burocracia.
Isso aqui seria uma potência.
Essa podridão toda é uma vergonha, mas também é uma oportunidade.
Essa eleição é a mais importante desde a redemocratização. Temos a oportunidade de mudar tudo isso em poucos dias. Porque na raiz de tudo isso, das leis que regem o país, das pessoas que ocupam os cargos públicos, até dos ministros do STF, está o nosso voto.
O voto em gente honesta acaba com o escândalo de ministro vendido.
O voto em gente competente acaba com o desespero da inflação.
O voto em gente séria acaba com a tragédia do bandido na rua.
É muito importante que o brasileiro se lembre: o Brasil não é deles. É nosso.
Derrubar esse sistema está ao alcance das nossas mãos, na ponta dos nossos dedos.
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