Da série "Você não odeia a grande mídia o bastante":
Um co-piloto oriundo do Omã simplesmente esfaqueou seu colega piloto e tentou jogar o avião no chão, num vôo saindo de Dubai. Os passageiros perceberam e baixaram o sarrafo no muçulmano, salvando o dia.
A mídia relata que houve uma "altercação" entre os tripulantes.
Desprezando esses vermes que não servem para nada, cabe aqui a seguinte reflexão:
Por que não riscar do mapa TODOS os tripulantes muçulmanos? Qualquer um deles pode fazer isso a qualquer momento. Não é uma questão de radicalismo, de wahabilsmo, de islamismo. Qualquer seguidor de Maomé pode, de uma hora para outra, obedecer aos comandos do profeta.
Não é um risco que deveria estar sendo tomado pelos clientes das linhas aéreas. Claro que, nesse caso, a companhia é árabe, do governo de Dubai, não tem como resolver. Mas um selo "Muslim-free" para as tripulações seria um belo upgrade de forma geral.
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