A VERDADE REVELADA!
“Separando os vacinados por número de doses de um a quatro, os cientistas confirmaram um aumento da chance de miocardite e pericardite nas três vacinas. O produto da Pfizer aumentou em mais de 100% acima do esperado o risco da inflamação do músculo cardíaco após cada uma das doses, com mínimo de 106% após a quarta dose e máximo de 186% após a segunda. No caso da inflamação do revestimento cardíaco, essa vacina aumentou o risco entre 19% após a terceira dose e 55% após a quarta.
É importante destacar que esses números, apesar de às vezes dramáticos, são comparações entre números pequenos de afetados e não servem necessariamente para uma avaliação geral de custo-benefício das vacinas, não sem uma comparação com os efeitos da Covid-19 nos não-vacinados.
A vacina da Moderna, que tem mais mRNA que a da Pfizer, mostrou-se em geral mais arriscada para esses problemas cardíacos: o excedente na comparação com o esperado atingiu um máximo de 510% após a segunda dose e um mínimo de 101% após a terceira para miocardite; e entre 39% e 164% após a quarta dose para pericardite.
A vacina da AstraZeneca foi em geral mais segura comparada às duas vacinas de mRNA para o coração, mas com um curioso aumento de 591% de pericardite em sua terceira e última dose, um resultado surpreendente a ser analisado por destoar de uma média de 30% em ambos os problemas para as outras doses.
O grupo de maior risco para a miocardite vacinal é o dos homens jovens, entre 16 e 24 anos. Em outro estudo com 23 milhões de escandinavos, a incidência foi de quatro a sete casos a cada 100 mil vacinados com duas doses da vacina da Pfizer e nove a 28 casos para 100 mil vacinados com o produto da Moderna.”
Fonte: Gazeta do Povo
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