O hacker Walter Delgatti Neto, tratado como herói pela esquerda hoje em depoimento à CPMI, é um criminoso condenado com longa ficha corrida, estelionatário contumaz, golpista de quinta categoria e mentiroso compulsivo.
Quem acredita que ele hackeou os celulares de mais de 100 autoridades da República e foi responsável pela Vaza Jato por patriotismo, imparcialidade e amor ao país já terceirizou totalmente para narrativas sua capacidade humana de pensar por si próprio.
O mesmo hacker que afirma ter procurado a deputada Carla Zambelli por "emprego" e dinheiro é o mesmo que diz que invadiu os celulares dos agentes da Lava Jato por "justiça". E, mesmo acreditando no Lule, aliou-se a Bolsonaro... Como acreditar na credibilidade de alguém assim?
O hacker, no fim das contas, é fã de Lula ou de Bolsonaro? Trabalhou por dinheiro ou por convicção? Hackeou autoridades para provar sua inocência, mas por dinheiro está disposto a admitir grampear ilegalmente um ministro do STF e fraudar as eleições?
A mesma esquerda que o adorava na Vaza Jato, que o criticava quando se aliou a Bolsonaro, agora aplaude sua coragem e, contraditoriamente, silencia diante dos ataques dele às urnas (quando está disposta a rasgar a Constituição para punir quem fez muito menos?). É um show de contradições e hipocrisias.
As afirmações do hacker não passam de fofocas sem que haja provas. Nenhuma investigação séria trabalha com a palavra de um criminoso sem que haja evidências concretas do que diz - por isso, a Lava Jato colhia provas em abundância confirmando as palavras dos colaboradores. Pra finalizar, repito as perguntas:
Quem pagou o hacker Walter Delgatti Neto pela Vaza Jato?
Quem mandou matar a Lava Jato?
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