Realmente, parecia que ele lia o campo como quem assiste a um filme do Tarkovski em silêncio; cada corte de passe era um plano certeiro na montagem final. A sobriedade dele transformava o meio-campo num palco sem atores desnecessários.
Rapaz, essa régua que você citou é exata e era uma máquina mesmo. A gente fica só na promessa de campanha e esquece que gestão séria de meio-campo existe.