Eu posso ser incluído nos inquéritos das “milícias digitais” até amanhã.
Eu, Eli Vieira e Eduardo Tagliaferro viramos alvo de uma representação criminal da Letícia Sallorenzo — a “bruxa da Vaza Toga”.
Ela nos acusa de “ataques coordenados” e mandou o caso direto para Alexandre de Moraes, apesar de mensagens em que dizia ser próxima da esposa dele. Moraes aceitou e a PGR decide amanhã se abre investigação.
E o mais absurdo: ela tenta nos enquadrar em quase todo o Código Penal — difamação, perseguição, incitação, organização criminosa e até abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Eu nunca ataquei Sallorenzo.
Eu só publiquei reportagens mostrando o papel dela como colaboradora informal do TSE — algo que ela mesma admite no Lattes.
Os ataques citados por ela são de terceiros.E o único tuíte meu no processo é eu divulgando a minha reportagem.
O que estão tentando fazer é claro:
criminalizar jornalismo investigativo.
E eu não vou recuar.
Mas preciso de você.
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