Um policial civil ousou mexer com a jornalista Natuza Neri, uma das porta-vozes do Regime. Uma confusão em um supermercado já mobilizou o ministro decano do STF, Gilmar Mendes, e o advogado-geral da União, Jorge Bessias. Enquanto isso, jornalistas continuam presos ou exilados, mas para o sistema, isso é irrelevante. O objetivo sempre foi claro: proteger os aliados e esmagar quem se atreve a contrariá-los.
Esse cara está ferrado e já foi condenado pelo tribunal paralelo do Regime. Já fuçam sua vida, procurando minuciosamente qualquer deslize para justificar o massacre público. Restam a ele duas opções: dobrar-se e implorar perdão (como os Mantovani fizeram no caso do aeroporto de Roma), ou dobrar a aposta e tentar usar isso como trampolim (como o jogador de vôlei que virou político). Mas sejamos realistas: a primeira opção é a mais "segura".
Pessoal, é hora de encarar a realidade. Não estamos vivendo em um ambiente de normalidade. Por mais revoltante que seja o que estão fazendo com o país, o momento exige cuidado. Pensem em suas famílias. Lembrem-se dos presos do 8 de janeiro. Lembrem-se que até empresários milionários se tornaram reféns desse sistema. O que acham que farão com vocês?
Sobre o que realmente aconteceu no supermercado, isso não importa. Mesmo que surgissem imagens da Natuza espancando gatinhos cadeirantes com síndrome de down, nada vai abalar alguém protegido pelo sistema. Ou vocês já se esqueceram de quando o Moraes saiu em defesa do padre onanista mesmo com laudo pericial confirmando que era ele próprio tocando uma bronha para menores?
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