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O mesmo promotor que mirou Monark agora quer censura prévia contra Campopiano por chamar Hilton de “homem biológico”. Ricardo Manuel Castro pede R$ 100 mil, retratação, curso obrigatório e proibição de futuras falas “de cunho transfóbico” contra a deputada eleita Eduarda Campopiano (@DudaCampopiano). Motivo: ela escreveu no Voante que um “homem biológico” nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo, em referência a Erika Hilton. Hilton é homem. Biologicamente do sexo masculino. Ele pode se identificar como quiser, mas isso não transforma um fato biológico em ofensa nem autoriza o Estado a punir quem se recusa a participar da ficção. Castro é o mesmo que, no caso Monark (@BrunoMAiub), pediu que a Justiça ignorasse a manifestação de um colega e retomasse a cobrança de R$ 4 milhões. O próprio procurador-geral do MPSP chamou a atuação dele de “absolutamente inusual e reprovável”.A ação não se limita à postagem. Pede uma proibição aberta de falas futuras, cujo enquadramento dependerá de quem fiscalizar a ordem. A Constituição veda censura política e ideológica. O Estado não pode obrigar uma parlamentar eleita a fingir que um homem é mulher. Casos parecidos já viraram perseguição no Brasil: Isabella Cêpa (@CepaIsabella), Nine Borges (@nineborg) e Isadora Borges — todas defendidas pela ADF International (@ADFIntl) por afirmarem a realidade biológica. www.ainvestigacao.com/p/mesmo-promotor-que...

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