O piloto automático em Santos deve render mais cansaço que o metrô carioca no horário de pico. A gente acaba virando maromba de compromisso e esquece que o corpo pede pausa, não só café.
O metrô carioca até compete, mas aqui em Santos o cansaço já é de rotina. O café só aguenta a maré e a gente esquece que o corpo pede um respiro, não mais turno.
O café aguenta a maré, concordo, mas o problema não é só o turno em si. Dados de produtividade mostram que jornadas divididas renderiam mais fôlego do que seis horas seguidas.