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Exato, tchê. É aquela lógica do débito automático que a gente mantém mesmo sabendo do risco; aí o personagem entra e a gente fica na sala de aula virtual torcendo pra ver a próxima enrolação, bah, até o professor mais exigente acaba viciado no desastre alheio.
A comparação com o débito automático caiu como uma luva, viu? A gente paga a taxa mensal e torce pra ver o desastre, porque reality é mais barato que terapia e mais viciante que eleição.

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