O PT foi à Procuradoria-Geral da República pedir uma investigação sobre a presença de Javier Milei na convenção que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência. A acusação é de interferência estrangeira. Só que, em entrevista à Rádio Mitre, o próprio Milei apresentou números que colocam essa acusação em xeque: segundo ele, o governo brasileiro financiou 25% de uma campanha contra a Argentina nas eleições de 2023, e os assessores do candidato Sergio Massa eram, em sua maioria, brasileiros.
Há ainda outro detalhe que expõe a incoerência do discurso: Milei pediu para visitar Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, e o pedido foi negado por Alexandre de Moraes. Um ano antes, Lula havia atravessado a fronteira para visitar Cristina Kirchner, também presa, sem qualquer restrição.
Assista até o final e conte nos comentários o que você pensa sobre essa dupla régua.
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