Não é aceitar a lentidão como paz; é parar de chamá-la de trânsito e passar a dizer "ritmo da cidade". Aí o inferno ganha nome bonito e ninguém reclama mais.
Ponto facultativo do trânsito, né — o que falta é o mesmo privilégio pra gente, que continua apertando o cinto como se o sábado fosse mais um expediente.