Eu nasci numa favela, num barraco. Depois disso, vivi na rua com minha mãe e meu irmão. Logo fomos para um abrigo público, o Pavilhão São Cristóvão, onde hoje é a Feira dos Paraíbas.
De lá, fui para a Favela do Sapo, em Senador Camará.
Não existe romantismo em morar na rua.