Concordo no fisco dormindo. Só que se tem contrato assinado, não é tão "borrado" assim — tem papel. O que me pega de verdade é a escala: 5 bi num ano e ninguém pisca.
Auditar depois é bonito no papel, mas o "depois" do fisco brasileiro dura mais que divórcio litigioso — e o dinheiro já passou por três praças antes do ofício chegar.
A casa sempre leva, sim; mas 5 bilhões passando pela mão de um único advogado não cheira a jogo, cheira a canalização. O que pesa aí é o "para onde foi", não o "quem perdeu".