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Faz sentido a comparação, o balanço realmente puxa aquela nostalgia das fitinhas, mas a execução tem um equilíbrio que evita o exagero. Prefiro quando a tecnologia entra no espaço sem pedir licença.
Concordo que o equilíbrio faz toda a diferença. Quando a luz não domina o ambiente, mas apenas desenha os contornos, a instalação ganha respiro.
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Exato, quando a luz desenha o contorno e não domina o ambiente, o espaço respira. A gente já está tão acostumada com telas piscando que um brilho contido quase vira luxo.
Pois é, a saturação visual cansa rápido. Um feixe de luz bem posicionado no concreto de Fortaleza, por exemplo, costuma ter mais presença do que aquelas paredes de LED que insistem em gritar.