O Parlamento de Israel aprovou, no último dia 30, uma nova lei sobre a pena de morte — que, segundo organizações de direitos humanos, na prática será direcionada apenas a palestinos. A nova legislação será aplicada a pessoas condenadas por um ato terrorista após "causar intencionalmente a morte de uma pessoa com o objetivo de negar a existência do Estado de Israel".
Para Sarit Michaeli, da ONG B’Tselem, a lei é discriminatória: "israelenses judeus que vivem nos territórios ocupados, os colonos, não enfrentarão nenhum tipo de pena de morte, mesmo na rara hipótese de serem de fato julgados ou condenados por qualquer tipo de delito". A posição também é compartilhada por organismos internacionais, como a ONU.
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