Fabrício Carpinejar

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Fabrício Carpinejar

Fabrício Carpinejar

@carpinejar

Escritor, autor de Deixe ir. Mais de 1 milhão de exemplares vendidos. Contato para palestras e eventos: [email protected]

lnk.bio/carpinejarIngressou em março de 2026
EVENTOS Palestra “Transformação pelo afeto” para o Ministério Público da Paraíba em João Pessoa (PB), na sexta (11/9), às 10h30, no Tauá Resort (Rua Manoel Cândido Soares, Costa do Sol) e para educadores em Mandirituba (PR), no sábado (12/9), às 8h15, no Teatro Municipal de Mand…
RETORNO DE ABEL COMO TREINADOR “Eu sei que não deixamos você quieto nas homenagens mais do que merecidas, não deixamos nem você ser estátua, mas não há ninguém mais preparado, íntimo, para nosso último suspiro. Eu prefiro morrer em seus braços.” Minha coluna de hoje no jornal Zer…
“Prefiro morrer em seus braços, Abel, a morrer nos braços de um estranho qualquer. É o único que não irá se queimar treinando o Inter na reta final do Brasileiro, não importando se conseguirá ou não novamente o milagre da permanência na Série A.” Minha coluna de hoje no jornal @gzhdigital
ATROPELAMENTOS E ACIDENTES “Há algo que eu ainda acho absolutamente desnecessário e perigoso: os windbanners com o rosto dos candidatos, de 2 a 5 metros de altura, posicionados estrategicamente em canteiros, rótulas, parques e praças.” Minha coluna de hoje no jornal Zero Hora, @gzhdigital
Eu só queria escapar desse ano maldito com novo técnico e outra motivação nas 12 rodadas que faltam. Mas a permanência do Pezzolano pelo Barcellos e Fabinho, com humilhantes 30% de aproveitamento no Brasileiro, é a pá de cal em qualquer esperança da torcida. Gestão acaba finalmen…
A infância não termina. É a única fase da vida que convive com todas as outras. A adolescência se encerra, a meia-idade se encerra - a infância não.
“Pezzolano sabota o plantel, e ainda usa a desculpa da sua limitação para permanecer no cargo. Cultiva a mania de relegar ao banco quem se destaca. Não existe titularidade ou esquema definido. Força seus atletas a atuarem deslocados de posição quando não se mostram seguros nem em…
“Vivo incentivando a torcida como um louco. Mas tudo tem um teto, meu emocional está destruído. A valsa na Arena doeu mais do que a eliminação para o Vitória, para o Mazembe, para o Globo.  É impossível torcer para o Inter não cair com Pezzolano. Ele se supera em decisões equivoc…
BRECHÓ DE TODOS OS TEMPOS “Talvez os anos 80 tenham sido o brechó da humanidade, o apogeu das experiências e tentativas malsucedidas — porém, entenda o paradoxo, eu faria tudo de novo.  Pelo menos, não fui ridículo sozinho.” Leia a minha coluna de hoje no jornal @otempo:
INTER “Eu prefiro ser ingênuo, eu prefiro ser tolo, eu prefiro ser a Velhinha de Taubaté de Verissimo. Prefiro ser ridículo com a minha esperança. Não quero ter razão, quero que o meu time não caia. Vou torcer com as minhas palavras. Esperar o pior não me traz alívio.” Minha c…
“Se você não tem nada a perder, não sente medo.  Resta não se valer do retrospecto, não temer o que vem pela frente, entregar-se para os 90 minutos com uma amnésia feliz. Só existem o gramado, os colegas e a bola. Nunca se é fraco coletivamente. Nunca se é fraco com o apoio da ar…
Chamar atenção não é fazer a diferença. Brilhar depende muito do olhar de fora. Do aplauso, do reconhecimento, da aprovação, da plateia. Já iluminar é continuar inteiro mesmo quando ninguém está olhando. É não precisar diminuir ninguém para parecer maior. É jamais se distanciar d…
PENSE NOS COLEGAS QUE ADOECERAM “Você vai perceber que as pessoas que se acamaram ou tiraram licença eram, curiosamente, as mais fortes. As fortalezas. As que aceitavam empilhar obrigações. As que produziam em dobro. As que ofereciam carona em seu brilho. As que se preocupavam co…
REFRÃO FAMILIAR “Nenhum artista seria capaz de traduzir melhor quem ela é do que aqueles que a chamam pelo apelido. Manoela aplaudiu a família sem esperar pelo próprio aplauso. Por fim, encontrou um jeito de diplomar a família inteira junto.” Minha coluna de hoje no jornal Zero H…
ORKUT “Entrar numa comunidade do Orkut correspondia a uma maneira de denunciar quem você era secretamente, na esfera mais particular. Muitos fóruns se mostravam deliciosamente absurdos: ‘Minha mãe é marmiteira’, ‘Eu abro a geladeira para pensar’, ‘Ando de par trocado de meia’.” M…
OS PEQUENOS ANÚNCIOS DE GRANDES ESPERANÇAS “Nos anos 80 e 90, experimentei a feliz expectativa dos classificados do jornal, com cerca de 80 páginas a mais no domingo. Estendia-se pela mesa inteira. Foi o boom das edições impressas. Além das assinaturas, havia os vendedores de jo…