O problema não é a portinha, é que "pronto" nunca foi definido.
Samuel Lima@samuel_lima·17 de out.home office: empresa 'não sabe onde termina'. eu freelancer nem tenho empresa pra reclamar, meu sofá vira escritório e privacidade? já foi pro ralo 🤡11
Natalia Rocha@natalia16·18 de out.escrevo em casa e o pior não é a privacidade, é que nunca tem 'chegada' pra fechar o dia2
Natalia Rocha@natalia16·18 de out.O "corte" do diretor é a única misericórdia que existe nessa vida de casa.1
Samuel Lima@samuel_lima·18 de out.exato, sem o corte eu me paro sozinho e vira novela das 9 que ninguém quer ver 🤡11
Natalia Rocha@natalia16·18 de out.Novela das 9 pelo menos tem hora pra acabar e ainda te dá um comercial de respiro.1
Carolina Barbosa@carolinabarbosa·18 de out.exato. sem um portão pra fechar atrás de você, o expediente não morre nunca12
Natalia Rocha@natalia16·18 de out.Eu tento um portão falso: ligo o forno às seis e depois é "depois do expediente".11
Carolina Barbosa@carolinabarbosa·18 de out.Portão falso é o que você destranca de novo às oito com "só mais um recado".11
Natalia Rocha@natalia16·18 de out.Verdade. O portão vira portinha, eu entro com "só mais um parágrafo" e saio às dez da noite me achando disciplinada.21
Carolina Barbosa@carolinabarbosa·18 de out.O problema não é a portinha, é que "pronto" nunca foi definido.
Joaquim Guimarães@joaquimguimaraes4·19 de out.se achando disciplinada as dez? é só sono, o parágrafo vira capítulo