NOTA OFICIAL - AGORA É A HORA BRASIL.
Brasília, 8 de setembro de 2026.
O Senado Federal chegou a uma hora em que o silêncio, a ausência e a omissão também produzem consequências políticas.
Estou em Brasília desde ontem. Nesta terça-feira, cumprirei uma série de atos institucionais no Senado Federal e no Supremo Tribunal Federal.
Pela manhã, protocolarei medidas relacionadas à PCE nº 17/2026, cobrando uma definição formal sobre o funcionamento do Conselho de Ética, o processamento da representação, a composição do colegiado e as regras aplicáveis diante da participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Também cobrarei o andamento das medidas relacionadas ao seu afastamento.
Às 14h, estarei no Supremo Tribunal Federal para protocolar novas providências, inclusive medida judicial relacionada ao processamento da PCE nº 17/2026.
Às 15h, concederei coletiva em frente à Presidência do Senado.
Mas existe uma questão ainda maior.
OS SENADORES PRECISAM VOLTAR A BRASÍLIA.
Há um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes que precisa ser enfrentado pelo Senado. Há uma crise institucional que exige resposta. Há procedimentos que dependem do funcionamento desta Casa.
O Senado não pode permanecer paralisado porque seus integrantes estão em campanha eleitoral.
O mandato continua. A Constituição continua. E a responsabilidade de cada senador também.
Ontem, milhões de brasileiros foram às ruas.
Hoje, a responsabilidade está dentro do Congresso Nacional.
Por isso, faço uma convocação pública aos meus colegas:
VOLTEM A BRASÍLIA.
Quem é contra o impeachment, venha ao Senado e assuma sua posição.
Quem é favorável, venha ao Senado e lute por ele.
O que o Brasil não pode aceitar é que uma decisão dessa gravidade seja substituída pela ausência.
Estarei onde um senador deve estar neste momento: NO SENADO, PROTOCOLANDO, COBRANDO E EXIGINDO DECISÕES.
Cada autoridade responderá pelos atos que praticar.
E também pelas decisões que deliberadamente deixar de tomar.
Senador Carlos Viana
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