A possível nomeação de um homem condenado por manter uma mulher negra em condições análogas à escravidão por quase 40 anos é inaceitável!
Estamos falando de um caso que se tornou símbolo das graves violações de direitos humanos ainda presentes no Brasil e que resultou em uma condenação de mais de 14 anos de prisão.
Instituições públicas de ensino devem ser espaços de promoção de respeito e igualdade. Contar com um criminoso no corpo docente vai contra tudo isso.
Todo meu apoio ao Movimento Negro de Mato Grosso do Sul e a sua necessária manifestação contra esse absurdo.