Nós não podemos aceitar a violência política de gênero.
Enquanto mulheres, somos apresentadas ao machismo e à misoginia desde muito novas. Os espaços nos reservam violências frequentes que, por momentos, pensamos nos “acostumar”. Mas não podemos mais aceitar que nos coloquem neste lugar.
Ontem, fui vítima de violência política em um espaço institucional, a FIEMS. Impediram que meu trabalho, junto a comitiva do Ministério da Fazenda, fosse realizado. Fui impedida de participar do diálogo que tinha como objetivo trazer melhorias e escutar as demandas do povo sul-mato-grossense, que eu, enquanto deputada federal eleita pelo voto popular, represento.
A nossa voz deve ser ouvida. Nós não cabemos nestes espaços violentos que querem nos colocar.
Agradeço de coração quem está nessa luta com a gente e, diante do ocorrido, tem enviado apoio e carinho. A luta continua - e nós vamos seguir ocupando todos os espaços.
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