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O parecer da PGR que pede a condenação de Bolsonaro por “trama golpista” é um insulto à inteligência jurídica e uma agressão à democracia. É uma peça de ficção política, sem base técnica, sem provas concretas e escrita sob medida para agradar o STF e os donos do poder. Não há um único ato real, objetivo e comprovado que mostre Bolsonaro dando ordem de golpe. Tudo é suposição, interpretação forçada, conversas truncadas e um show de narrativas para manter o ex-presidente fora do jogo político. Se essa denúncia fosse levada a sério num tribunal minimamente técnico, seria arquivada no ato. Não há data, não há assinatura, não há execução de nada. Um golpe sem armas, sem tanques, sem decretação, sem invasão de poder, sem tomada de controle. É só conversa de bastidor, reunião de aliados e crítica ao sistema — coisas absolutamente normais em qualquer democracia. A Procuradoria não apresentou provas. Apresentou fofocas, prints soltos, suposições e interpretações subjetivas. Ignorou princípios básicos do Direito Penal como materialidade, autoria e dolo. É um parecer militante, não técnico. Um instrumento de vingança política, não de justiça. Estão tentando criminalizar uma opinião, um debate político e uma oposição legítima. Enquanto isso, corruptos condenados são soltos, pedaladas são esquecidas, alianças com ditaduras são perdoadas. Mas com Bolsonaro, vale tudo: censura, abuso, perseguição e agora essa farsa jurídica. O objetivo nunca foi investigar — é destruir. Quem rasga a Constituição todos os dias agora se diz guardião da democracia. A história vai registrar: o verdadeiro golpe foi esse parecer sem provas, sem técnica e sem vergonha. Um teatro institucional que desmoraliza o sistema de justiça e tenta calar milhões de brasileiros pela força da mentira.

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