Você que pensa em votar NULO se o segundo turno for Flávio e Lula: o descondenado poderá indicar mais QUATRO iguais a Dino.
A fala de Flávio Dino não é interpretação da Constituição. É manifesto ideológico de quem já escolheu lado. Ministro do STF deveria aplicar a lei com neutralidade. Dino faz política de toga e transforma o Supremo em extensão do projeto que o nomeou.
A pergunta de regime é sempre a mesma: QUEM DECIDE? No Brasil, cada vez menos o eleitor e o Congresso. Cada vez mais uma Justiçocracia. Se Lula for reeleito, a conta é simples: mais quatro no mesmo molde. Nulo, nesse cenário, não é recusa, é permissão.
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