A extrema imprensa brasileira, nessa reta final, abandonou qualquer pretensão de jornalismo e passou a atuar como assessoria de campanha disfarçada.
Não acreditavam que Flávio pudesse vencer. Agora que o resultado se tornou provável, entram em modo desespero: manchetes tendenciosas, “checagens” seletivas e narrativas fabricadas para beneficiar Lula.
Da minha parte, nenhum desses veículos recebe mais um real meu.
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