A grande maioria dos donos das Big Techs que estão desenvolvendo a Inteligência Artificial têm implorado ao governo americano que se mexa no sentido de produzir uma legislação regulatória para o setor. Bill Gates se diz "chocado" que ninguém ainda tenha tomado uma providência e Sam Altman já declarou que a regulamentação do uso da IA precisa ser feita com "a máxima urgência", antes que seja tarde demais. Até Elon Musk, normalmente desprovido de emoções comezinhas, pede providências. Mas o governo dos EUA não move uma palha -e isso não tem nada a ver com a ameaça bélica representada por países como China, Rússia, Irã ou Coréia do Norte. A corrida armamentista não impede a regulamentação da IA, o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares está aí que não deixa mentir. O grande problema é a desmedida ganância de Donald Trump e seus amigos, que querem continuar a faturar com contratos de vendas de armamentos e infra-estrutura aos árabes e países africanos, ou a qualquer outro que queira fazer negócios com eles, por cima ou por baixo do pano. O mesmo Trump que um bando de zumbis indigentes e recalcados resolveram homenagear no Sete de Setembro na av. Paulista. As notícias surgidas hoje, do funcionário da Anthropic e Open AI que divulgou que a Inteligência Artificial pode extinguir a humanidade dentro de uma década, e que todos que trabalham nessas empresas sabem disso, deveria soar um alarme para colocar imediatamente toda a engrenagem de pesos e contrapesos em ação no mundo todo. Que isso valha também no Brasil para a nossa eleição. A partir de agora, até o charlatão Augusto Cury tá valendo.
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